Workshop Direito Penal e Processual Penal Ambiental: A Persecução Penal: Investigação, Ação Penal, Ritos e AcordosInscreva-se
Voltar para o início

Teses de Defesa no Direito Ambiental

Teses de defesa contra o cálculo da multa ambiental: base, atenuantes, agravantes e encargos

Cinco teses que atacam o cálculo da multa ambiental: erro de área ou volume, atenuantes do art. 14 ignoradas, agravante de vantagem econômica genérica, reincidência sem decisão definitiva e expurgo dos juros pela mora da Administração.

Cláudio Farenzena01 de outubro de 2026 15 min de leitura

O que a defesa ataca quando ataca o cálculo da multa ambiental?

A defesa ataca a graduação da penalidade, e não a existência da infração. O art. 6º da Lei 9.605/1998 manda a autoridade observar a gravidade do fato, os antecedentes do infrator e a sua situação econômica, de modo que a multa fixada sem demonstrar esses critérios nasce viciada no quanto, ainda que a autoria esteja provada.

O caso típico aparece toda semana no escritório. Multa fixada em dez mil reais, dentro de uma faixa que começa em quinhentos reais e vai a cem mil, sem uma linha no relatório de fiscalização sobre como se chegou ao valor. O autuado não tem como saber do que se defende.

Reúno cinco teses que atacam o cálculo, da base de incidência aos acréscimos que inflam o crédito com o tempo. Todas cabem na defesa administrativa, no recurso, na anulatória e nos embargos à execução fiscal da multa ambiental.

Uma advertência de método vale para todas. A revisão do valor se conquista nas instâncias ordinárias, porque o Superior Tribunal de Justiça, em regra, não reexamina prova nem redimensiona valores, por força da Súmula 7, embora confirme com frequência as reduções promovidas na origem pela proporcionalidade.

Por que o erro na área, no volume ou na quantidade anula o auto de infração?

Porque a grandeza que serve de base ao cálculo integra o fato descrito. O art. 100, § 1º, do Decreto 6.514/2008 reputa insanável o vício cuja correção implique modificação do fato descrito no auto de infração, e alterar metragem, volume ou quantidade altera a dimensão material do ilícito.

O exemplo que uso em aula é o mais simples possível. O auto afirma que o autuado desmatou dez hectares de vegetação nativa de especial proteção; a instrução revela cinco. Não se corta o número pela metade com uma retificação: o fato deixou de existir como descrito, e a consequência é a nulidade, admitida nova lavratura apenas se a prescrição não se consumou.

Há julgado expresso nessa direção. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em autuação cuja infração deixou de recair sobre 408 hectares para recair sobre 167, assentou que houve modificação da própria dimensão material do ato ilícito (ApCiv 0010978-39.2012.4.03.6000). No Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a alteração do auto para ajustar a metragem foi reconhecida como vício insanável (Ap/RN 1014287-05.2024.8.11.0041).

A face menos intuitiva da tese, e a mais rentável, é que o vício persiste quando o erro é para maior. O superdimensionamento infla a multa calculada por hectare ou por unidade e altera o conteúdo da infração. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região registrou que a indicação de supressão em quantitativo significativamente superior influencia a dosimetria (AC 5015500-49.2013.4.04.7200).

Coordenadas equivocadas produzem o mesmo efeito quando lançam a conduta em imóvel de terceiro. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região anulou autuação cujas coordenadas situavam o fato a dezesseis e dezenove quilômetros do local (AC 0008300-25.2015.4.01.3600). Sobre a localização defeituosa do fato, vale a leitura do auto de infração sem delimitação da área degradada.

A corrente contrária precisa integrar a peça. Para o mesmo tribunal, a incompletude das coordenadas não anula quando fotografias, imagens de satélite e mapas georreferenciados permitem delimitar a área e assegurar o contraditório (AC 1000527-72.2017.4.01.4300). A refutação é delimitada: o vício é fatal quando nada supre a inconsistência e a correção mudaria a base do fato.

A decisão que ignora as atenuantes do art. 14 autoriza a redução?

Autoriza, e o fundamento é a falta de motivação, não a discordância com o valor. As atenuantes do art. 14 da Lei 9.605/1998 são quatro: baixo grau de instrução ou escolaridade, arrependimento manifestado pela espontânea reparação do dano, comunicação prévia do perigo iminente e colaboração com os agentes de fiscalização.

A elas o art. 6º, III, soma a situação econômica do infrator, cuja prova, por documentos de renda e de patrimônio, é das mais simples de produzir e das mais difíceis de refutar.

Um ponto exige precisão técnica que a defesa costuma perder. As atenuantes pressupõem que o autuado tenha praticado a infração: se o fogo veio de propriedade vizinha e o autuado apenas comunicou o sinistro, não há atenuante a aplicar, porque não há pena a reduzir. Invocá-la fora disso enfraquece a peça inteira.

A objeção mais frequente dos órgãos é a da multa fechada. Alega-se que, prevista a penalidade em valor fixo, não há faixa em que a atenuante opere. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região assentou que não há qualquer norma proibindo a gradação também na denominada multa fechada (AC 1000379-56.2020.4.01.4300).

Quando o relatório de fiscalização registra a circunstância que a decisão depois ignora, o caso se resolve no documento. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região anulou multa em que o órgão se limitou a afirmar que não houve caracterização de atenuantes (AC 0000625-44.2018.4.02.5001). No da 4ª Região, a colaboração documentada rendeu redução de 7,5% (AC 5012231-56.2014.4.04.7009), e no da 5ª, de 25% (AC 0809535-62.2021.4.05.8000).

A corrente adversa tem razão em um ponto. Baixa escolaridade não se presume da simples condição do autuado, e a colaboração há de estar documentada, como exigiu o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (APR 0000574-87.2022.8.13.0689). Não se reduz a multa abaixo do mínimo legal a pretexto de atenuante.

A tese tem, por isso, dois momentos que não se invertem: primeiro provar a circunstância, com o documento que a demonstre; depois demonstrar que a decisão, tendo-a diante de si, deixou de considerá-la.

Quando a agravante de vantagem econômica é nula por falta de fundamentação?

É nula sempre que a autoridade afirma o proveito sem dizer em que consistiu. O art. 15, II, "a", da Lei 9.605/1998 agrava a penalidade quando o agente comete a infração para obter vantagem pecuniária, e a majoração reclama que a autoridade defina qual foi a vantagem auferida.

A demonstração exigida é concreta: o preço obtido, o volume comercializado, o destino econômico do produto. Punir mais exige provar mais, e a autoridade que agrava sem descrever o proveito transfere ao autuado o ônus de refutar uma vantagem que ela própria não delimitou.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região afastou a agravante em autuação cuja decisão deixou de esclarecer em que consistiu o propósito de obter vantagem indevida, reduzindo a multa de R$ 72.400,00 para R$ 54.300,00 (AC 1001262-34.2019.4.01.4301). A generalidade que inviabiliza a imputação penal também inviabiliza o agravamento administrativo.

Existe um limite lógico a explorar sempre que a vantagem se confunda com a própria conduta. Se o proveito pecuniário for elementar da infração, como no comércio ilegal de produtos da fauna ou da flora, aplicá-lo também como agravante configura bis in idem, porque puniria duas vezes o mesmo elemento do fato.

A mesma exigência alcança a reincidência invocada sem identificar o processo anterior. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais reputou ilegal, por ausência de fundamentação, a aplicação da agravante quando a decisão não indica o processo que a fez incidir (AC 5142441-77.2018.8.13.0024).

A reincidência exige decisão administrativa definitiva?

Exige, e o texto vigente é mais favorável à defesa do que a redação anterior. O art. 11 do Decreto 6.514/2008, na redação do Decreto 11.080/2022, conta os cinco anos da data em que a decisão administrativa que condenou por infração anterior se tornou definitiva, com multa em triplo na mesma infração e em dobro em infração distinta.

O § 1º fecha a porta à afirmação genérica: o agravamento é apurado no procedimento da nova infração, do qual se fará constar certidão com as informações sobre o auto anterior e o julgamento definitivo que o confirmou. Sem essa certidão nos autos, falta ao agravamento o seu pressuposto documental.

Por trás da regra está a presunção de inocência, que irradia ao direito sancionador não penal. Não reincide quem ainda não incidiu de forma definitiva. A autuação anterior pendente, quando muito, pesa como antecedente na graduação do art. 6º, II, sem autorizar o acréscimo automático que a Administração costuma aplicar.

Daí decorre uma consequência que amplia o alcance das demais teses. Reconhecida a nulidade do processo anterior, desaparece o suporte da reincidência na autuação nova, e o resultado de um processo se projeta sobre o outro. Requerer a comprovação do caráter definitivo é prova documental simples e de rendimento alto.

Tese vizinha, e mais frágil, é a da retroatividade da norma sancionadora mais benéfica. A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça extrai do art. 5º, XL, da Constituição um princípio implícito do direito sancionador. Prevalece no Supremo Tribunal Federal, contudo, a orientação de que a retroatividade benéfica não se estende automaticamente ao sancionador sem previsão legal expressa, valendo o tempus regit actum.

Como afastar os juros e a correção pela mora da Administração?

Separando dois períodos que não podem receber o mesmo tratamento. Os juros de mora não correm da lavratura do auto, mas do inadimplemento de obrigação já exigível, ao término do processo administrativo e com a inscrição do crédito em dívida ativa. Antes disso, o crédito não é exigível e não há mora do devedor.

A atualização retroativa à data da autuação, comum na certidão de dívida ativa, cobra encargos de período em que nada era devido. No intervalo de paralisação injustificada por inércia exclusiva do órgão, a incidência dos encargos produz enriquecimento sem causa, porque ninguém se beneficia da própria demora.

O efeito, que parece acessório, costuma superar a discussão do mérito. Como a atualização praticamente dobra o valor da multa a cada década, em cálculo grosseiro mas revelador, o expurgo do período de mora administrativa reduz a dívida em proporção que a redução pela proporcionalidade raramente alcança.

Na execução fiscal, a prova é aritmética e documental. O embargante instrui os autos com a linha do tempo do processo administrativo, a data de cada movimentação e os intervalos de inércia do órgão, e apresenta, por planilha, o recálculo que expurga os encargos desses períodos.

A objeção do órgão é previsível: o autuado também permaneceu inerte e poderia ter pagado antes. Ensino em aula um exercício útil para isso, que é pedir à inteligência artificial a contestação do ente público à própria petição, para escrever já conhecendo as objeções que virão.

Duas cautelas fecham a tese. A primeira é deduzi-la como pedido subsidiário, nunca como tese única. A segunda é não negar a atualização devida: pede-se o expurgo do período de tramitação paralisada, e não a cobrança sem encargos.

Quadro das cinco teses, do dispositivo e do pedido

Teses sobre o cálculo da multa ambiental: fundamento e pedido
TeseDispositivoPedido
Erro na área, volume ou quantidadeArt. 100, § 1º, do Decreto 6.514/2008Nulidade do auto, por modificação do fato descrito
Atenuantes comprovadas e ignoradasArts. 14 e 6º, III, da Lei 9.605/1998Nulidade da dosimetria e redução até o mínimo legal
Agravante de vantagem econômica genéricaArt. 15, II, "a", da Lei 9.605/1998Exclusão da agravante e retorno ao patamar anterior
Reincidência sem decisão definitivaArt. 11 e § 1º do Decreto 6.514/2008Afastamento do triplo ou do dobro
Juros e correção por mora do órgãoArt. 6º da Lei 9.605/1998 e enriquecimento sem causaExpurgo dos encargos do período paralisado

Em frase: o erro de base gera nulidade; a atenuante silenciada e a agravante genérica geram redução; a reincidência sem decisão definitiva cai por falta de pressuposto; e os encargos do período de inércia são expurgados.

Como essas teses entram na peça de defesa

A ordem importa tanto quanto o conteúdo. As teses de cálculo vêm depois das preliminares de nulidade e antes do pedido subsidiário de redução. A fórmula é conhecida: nega-se o fato e o vício; não acolhida a nulidade, pede-se a revisão da dosimetria; não acolhida a revisão, pede-se o expurgo dos encargos.

Na defesa administrativa, formule requerimento expresso sobre cada ponto, porque o silêncio da autoridade sobre pedido delimitado produz a nulidade por falta de motivação que a peça seguinte vai explorar. Pedido genérico de redução não gera esse efeito; pedido que indica a atenuante documentada e o dispositivo aplicável, gera.

Cada tese pede prova própria, e todas são documentais: laudo ou levantamento georreferenciado para o erro de base, documentos de renda e de colaboração para as atenuantes, certidão do julgamento anterior para a reincidência e planilha de recálculo para os encargos. O conjunto integra o catálogo de teses de defesa contra o auto de infração ambiental e se articula com a dosimetria da multa ambiental sob o critério da proporcionalidade.

Erros que inviabilizam a tese da dosimetria

O primeiro é alegar desproporção sem indicar o critério violado. Afirmar que a multa é alta não é tese; apontar que a decisão não demonstrou a gravidade, os antecedentes ou a situação econômica, com remissão ao art. 6º, é tese.

O segundo é invocar atenuante não comprovada. Baixa escolaridade alegada sem documento, reparação afirmada sem prova, colaboração sustentada sem registro: a circunstância não incide, e a peça perde credibilidade nos demais pontos.

O terceiro é reservar a matéria ao recurso especial, barrado pela Súmula 7. O quarto é pedir o expurgo dos juros como tese principal, o que sugere que o mérito já foi concedido. O quinto é alegar erro de área para menor e silenciar sobre o erro para maior.

Checklist para revisar o cálculo da multa

  1. Confira a faixa legal da multa e onde, dentro dela, o valor foi fixado.
  2. Procure na decisão a demonstração dos três critérios do art. 6º da Lei 9.605/1998.
  3. Confronte a área, o volume ou a quantidade do auto com a medição técnica, inclusive para maior.
  4. Liste as atenuantes do art. 14 presentes e junte o documento que prova cada uma.
  5. Exija a descrição concreta da vantagem econômica em cada agravante aplicada.
  6. Peça a certidão do julgamento definitivo que sustentaria a reincidência.
  7. Monte a linha do tempo do processo e calcule os períodos de inércia do órgão.
  8. Ordene os pedidos: nulidade, redução, expurgo dos encargos.

Perguntas frequentes

Discutir a dosimetria significa confessar a infração?

Não significa. A arguição da dosimetria é pedido subsidiário e convive com a negativa do fato e com as preliminares de nulidade. A peça explicita a ordem: nega-se a infração e o vício; apenas se não acolhidos, pede-se a revisão do valor. Não há reconhecimento de autoria nem de materialidade.

O Judiciário pode reduzir a multa sem invadir o mérito administrativo?

Pode, porque o controle incide sobre a legalidade da dosimetria, e não sobre a conveniência de punir. Quando a decisão não demonstra os critérios do art. 6º, ou ignora atenuante comprovada, o vício é de motivação. A revisão se obtém nas instâncias ordinárias, dada a vedação da Súmula 7.

Erro de área para maior também anula o auto de infração?

Também anula, e essa é a face mais útil da tese. O superdimensionamento altera o conteúdo da infração e infla a multa calculada por hectare, de modo que a correção modificaria o fato descrito, nos termos do art. 100, § 1º, do Decreto 6.514/2008. O prejuízo à defesa é o mesmo da imputação de fato inexistente.

A reincidência pode se apoiar em auto de infração ainda em discussão?

Não pode. O art. 11 do Decreto 6.514/2008, na redação de 2022, exige decisão administrativa definitiva sobre a infração anterior, e o seu § 1º exige certidão desse julgamento nos autos da nova infração. Autuação pendente pesa, quando muito, como antecedente na graduação, sem autorizar a multa em dobro ou em triplo.

Domine a dosimetria da multa ambiental na prática

As cinco teses deste artigo integram o módulo de sanções do curso Teses de Defesa no Direito Ambiental, do Direito Ambiental na Prática. O recorte é o do catálogo: cada tese recebe enunciado próprio, dispositivo, razão de decidir, corrente contrária e a peça em que se deduz, para que o profissional não reconstrua o argumento a cada processo novo.

O curso trabalha a dosimetria com o material que a defesa efetivamente usa. A planilha de recálculo que expurga os encargos do período de inércia, a linha do tempo do processo administrativo, o confronto entre a medição do auto e o levantamento georreferenciado e o requerimento específico que provoca a manifestação da autoridade sobre cada atenuante documentada.

Há também o trabalho sobre as hipóteses-limite, que é onde a tese costuma ser perdida. A multa fechada que o órgão diz insuscetível de gradação, o erro de área para maior, a vantagem econômica inerente à conduta e a reincidência apoiada em processo nulo: cada situação é examinada com a corrente contrária na mesa, para que o aluno antecipe a objeção na própria peça.

Quem quiser percorrer o catálogo completo de teses sobre a multa, a dosimetria e os acréscimos encontra o programa em Teses de Defesa no Direito Ambiental, com as aulas gravadas e o material de apoio.

Conclusão

A discussão do cálculo é a frente que permanece aberta depois que as preliminares se esgotam, e o processo administrativo costuma entregá-la pronta. Faixa legal ampla, valor fixado no meio dela sem justificação, agravante afirmada em bloco e certidão de dívida ativa com atualização desde a lavratura: cada elemento é um pedido autônomo.

O próximo passo prático é de instrução, não de tese. A multa revista é a que chega ao julgador com o documento que a contraria: o laudo que corrige a metragem, o comprovante de renda, a certidão que nega o caráter definitivo da condenação anterior, a planilha que mostra o quanto da dívida é encargo de período paralisado pelo próprio órgão.

Há um encadeamento a considerar na estratégia. A nulidade reconhecida em um processo retira o suporte da reincidência no seguinte; a prescrição consumada durante a tramitação inutiliza a nova lavratura após a anulação pelo erro de base; e o tempo que o órgão deixa correr converte-se em redução do crédito.

Resta uma consequência de método para o escritório. Toda autuação deve passar por leitura específica do cálculo, com conferência da faixa, da base de incidência, das circunstâncias e dos encargos. Essa leitura, feita na defesa administrativa, é o que preserva as teses para a anulatória e para os embargos, porque matéria não deduzida na origem chega ao Judiciário sem a prova que a sustentaria.

Cláudio Farenzena

Sobre o autor

Cláudio Farenzena

Cláudio Farenzena é advogado especialista em Direito Ambiental e do Agronegócio (OAB/SC 49.222 e OAB/MT 35.260/A), especialista em Direito Ambiental pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e professor do Direito Ambiental na Prática. Atua desde 2017 na defesa criminal ambiental, em crimes contra a fauna, a flora e o desmatamento.

Não perca

Próximas aulas ao vivo